Como funciona a gestão de risco para viagens corporativas?

gestão de risco em viagens corporativas

Da mesma forma que empresas devem considerar estratégias para evitar possíveis contratempos que representam ameaças aos negócios, não devem negligenciar a importância da gestão de riscos de viagens corporativas realizadas.

Da mesma forma que a inadimplência é prejudicial para as vendas, existem ocorrências que podem interromper ou atrapalhar uma viagem corporativa. É exatamente para evitar esses incidentes que o gestor de viagens de uma empresa precisa se preparar.

Continue conferindo para saber o que fazer e como deve conduzir esse processo para ter sucesso com viagens de negócios!

Como fazer gestão de riscos em viagens corporativas? 

Para começar a fazer uma gestão de riscos para as viagens da sua empresa, deve ter 3 passos como base:

  1. Identifique todas as situações que podem ser ameaças para a viagem;
  2. Entenda qual é a probabilidade de que os riscos identificados se concretizem;
  3. Defina todas as possíveis soluções para lidar com cada circunstância levantada, caso venham a acontecer.

Para entender essas ações em mais detalhes, continue acompanhando nosso conteúdo.

Comece listando todos os possíveis riscos

Para lidar com riscos, você vai precisar se antepor a eles. Isso quer dizer que uma gestão de riscos começa quando o responsável pela tarefa dedica certo tempo a pensar em diferentes situações que podem ser riscos que possam atrapalhar a viagem corporativa em questão.

É claro que algumas são bem óbvias, enquanto outras podem acabar passando  despercebidas – até que realmente aconteçam.

Para ter mais facilidade na hora de prever situações de risco, você pode separá-las em 3 tipos de grupos, que são: estratégicos, financeiros e pessoais. 

Conheça cada um deles por meio de seus exemplos apresentados a seguir.

O que são riscos pessoais?

Tudo que pode interferir na saúde e segurança de seus colaboradores em viagem, como:

  • Acidentes no trajeto (seja de avião, ônibus ou carro) durante qualquer deslocamento necessário ao longo da viagem;
  • Assaltos;
  • Doenças contraídas durante a viagem (ou que se manifestem nesse mesmo período);
  • Imprevistos naturais (como terremotos, tempestades, erupção vulcânica, tornados, tsunamis etc);
  • Sequestros;
  • Tropeços, quedas, escorregões e tudo que puder causar ferimentos ou fraturas no viajante.

O que são riscos financeiros?

Todos os tipos de riscos materiais, isto é, que podem causar algum prejuízo. Por exemplo:

  • Desrespeito às políticas de viagem definidos pela empresa;
  • Extravio de bagagem (ou até roubo/furto);
  • Fraudes (de passagens, hospedagens, clientes etc);
  • Gastos que excedam o valor final estabelecido no orçamento por causa de qualquer circunstância imprevista;
  • Perda ou roubo do cartão de crédito corporativo durante a viagem.

O que são riscos estratégicos?

Tudo que impede a concretização do objetivo da viagem, mesmo que o deslocamento tenha acontecido sem nenhuma interferência. Conheça algumas das principais causas de riscos estratégicos:

  • Colaborador representante improdutivo;
  • Falta de compromisso com a agenda planejada;
  • Usar a viagem para fins pessoais (visitar parentes ou conhecidos, conhecer novos lugares, fazer passeios turísticos, entre outros);
  • Negociações ineficientes ou não finalizadas durante a viagem.

Essa última poderia ser uma lista bem maior, mas esses exemplos foram apresentados para dar uma ideia de como uma viagem de negócios pode ter várias situações problemáticas. 

Quem for ser responsabilizado pela gestão de risco, precisa ter consciência de tudo isso para conseguir cumprir com suas tarefas de forma eficiente.

Faça uma classificação das situações de risco por índice de probabilidade

Quando já tiver avaliado todos os riscos (inclusive os que foram listados no item anterior), precisa identificar o que tem mais ou menos probabilidade de acontecer para mensurar o nível de investimento nas soluções que irão erradicar essas possibilidades. 

Isso vai gerar reflexões e debates dentro da empresa!

Afinal, é mais fácil sofrer um acidente de avião e ter que lidar com extravio de bagagem? As fraudes e a falta de produtividade dos funcionários em viagem  ocorrem com a mesma periodicidade? É óbvio que não.

Ainda que todas tenham probabilidade de concretização e que determinado acontecimento não seja o único fator em jogo, o seu grau de impacto precisa ser considerado. 

Sendo assim, é importante se dedicar com mais empenho em certas situações de risco que tem consequências enormes e, muitas vezes, irreversíveis para a empresa.

Tome decisões!

Ao identificar a gravidade e consequências de cada situação de risco, chega o momento de definir o que fazer para lidar com as situações apresentadas e dar continuidade na gestão de riscos – atuando mais na prática. 

Para isso, você tem 3 alternativas:

  • Assumir os riscos – aceitando situações indesejadas e se preparando para lidar com as consequências que vão trazer;
  • Eliminar os riscos – adotando medidas de precaução para que não aconteçam;
  • Transferir a responsabilidade dos riscos – terceirizar a cobertura ou provisão de solução dos riscos (como acontece quando contratamos seguros).

Gestão de riscos tem a ver com decidir qual é o melhor caminho seguir, considerando as políticas de viagens da empresa.

Temos algumas dicas que podem te ajudar a reconhecer o que é mais vantajoso para a sua empresa:

  • Quando identificar uma situação de risco que tem alta probabilidade de concretização, que vai gerar consequências graves ou ambas, evite-as a qualquer custo;
  • Quando identificar ocorrências que têm alta probabilidade de concretização, que pode gerar consequências graves ou ambas, mas que não têm nenhuma solução para evitá-las, transfira a responsabilidade;
  • Quando a situação de risco identificada tem baixa probabilidade de concretização e consequências leves ao mesmo tempo, dependendo muito do caso, pode ser mais interessante assumir o encargo de fazer a gestão de riscos, porque qualquer ação feita para evitá-lo ou transferi-lo será mais custosa do que o benefício esperado.

É isso mesmo que você entendeu! Será necessário perceber qual o custo-benefício envolvido nas situações, e a sua empresa vai precisar considerá-lo antes que invista tempo e/ou dinheiro em um risco.

Independente da questão financeira, toda empresa sempre mantém um grau de responsabilidade por seus colaboradores durante as viagens corporativas. Sendo assim, considere as consequências jurídicas das decisões que tomar para lidar  com cada risco.

Facilite! Faça gestão de riscos contando com as facilidades da Portão 3

Nós, da Portão 3, somos especialistas em todos os processos que envolvem gestão de viagens corporativas. Por isso, nos dedicamos em te ajudar com nossa plataforma que tem todas as soluções necessárias para fazer viagens a trabalho sem preocupações, como também compartilhamos dicas e informações indispensáveis sobre o assunto neste blog.

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