Conheça o protocolo sanitário de companhias aéreas para viagens corporativas

protocolo sanitário de companhias aéreas

Em um momento no qual 29% das empresas já têm práticas menos rígidas e começaram a retomar as viagens corporativas. Por isso, os protocolos sanitários são questão de prioridade, especialmente para os responsáveis por gestão de viagens e para companhias aéreas.

O surto de gripe e novas variantes desafiaram bastante o setor de viagens no último mês, sendo assim, a recuperação da modalidade exige tais medidas para que a saúde dos representantes de empresas não seja colocada em risco e o mercado continue sendo movimentado.

Ou seja, não é atoa que mais da metade das empresas dão prioridade a protocolos sanitários em viagens corporativas de seus funcionários – de acordo com uma pesquisa realizada pela Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens), chega ao número de 58,8%. 

Essa pesquisa ainda revela que 64% das organizações ouvidas estão adaptando  suas políticas de viagens

Entenda melhor o assunto!

Por que adotar o protocolo sanitário em viagens corporativas?

Você sabia que no mês de novembro do ano passado o faturamento do setor de viagens de negócios chegou a R$672,3 milhões? Esse valor representa aproximadamente 70% do valor máximo alcançado em 2019 (que foi R$967,1 milhões), último ano antes da  pandemia.  

Mas no começo de 2022, com o aumento de casos de contaminados por Covid-19 e o surto de influenza, o valor da meta ficou ainda mais distante.

Tendo o objetivo de diminuir o índice de contaminação e proporcionar mais segurança aos colaboradores de empresas que atuam com viagens corporativas, as companhias aéreas desenvolveram protocolos sanitários.

Quais são as medidas desse protocolo sanitário?

Essa nova regulamentação inclui não só a obrigatoriedade de máscaras cobrindo o nariz e a boca ao longo de toda viagem, mas também a organização do  desembarque por fila e a entrada na aeronave por ordem de chamada pela comissária – sem que haja qualquer tipo de aglomeração no corredor das aeronaves.

As companhias aéreas também costumam realizar a desinfecção manual das superfícies de contato com álcool 70º em todas as aeronaves (processo repetido antes do embarque e depois do desembarque dos passageiros em questão).

Mesmo assim, filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air) são usados no sistema de ventilação da cabine dos aviões para que seja possível remover 99,9% de vírus e bactérias, já que esses filtros limpam e renovam o ar a cada 3 minutos – o que acontece graças uma mistura da porção de ar filtrado no interior da cabine com ar auferido diretamente da atmosfera.

Todos já sabemos que essas medidas são essenciais para garantir a segurança. Sendo assim, também cabe aos viajantes e suas respectivas empresas o bom senso de respeitá-las e evitar as viagens somente quando os envolvidos num encontro de negócios estiverem apresentando sintomas virais ou tiverem resultado positivo no exame realizado antes da viagem.

Por ora, as medidas de saúde serão continuadas ao longo de todo o ano atual para as empresas do setor de viagens.

Cabe também aos responsáveis pela gestão de viagens corporativas permanecerem atentos aos colaboradores de sua equipe e receptivos em relação ao suporte que deve ser prestado em casos de pessoas contaminadas na empresa.

Inclusive, 7% das companhias entrevistadas na pesquisa da Abracorp declararam que têm pretensão de colocar em prática um plano de retorno para funcionários com calendário vacinal completo.

Outra medida importante para que a empresa não seja prejudicada por imprevistos e nem tenha consequências negativas aos planos traçados para o primeiro trimestre deste ano é ter um “plano B”. Sendo assim, sempre que for planejar uma viagem com finalidades profissionais, é importante se antecipar aos problemas que podem surgir.

Tendo uma plataforma como a da Portão 3, por exemplo, fica muito mais fácil ter estratégias para mudar o rumo dos planejamentos realizados. 

Qual foi o impacto da gripe e das novas variantes para o setor de viagens?

Depois do impacto sofrido no início da pandemia de Covid-19, com todas as suas restrições que exigiram quarentena e distanciamento social, o surto de gripe denominada como Influenza e as variantes do Coronavírus (como Delta e Ômicron) voltaram a desafiar companhias aéreas e estabelecimentos/serviços dependentes de viagens corporativas.

Quando estávamos nos aproximando de um cenário mais positivo na fase de retomada, mais 43 milhões de brasileiros foram infectados com a nova onda de gripe nos últimos 20 dias do mês de janeiro. O número chegou a 26% da população, segundo dados do Datafolha. 

Esse aumento expressivo no número de infectados fez com que o setor de viagens num todo continuasse inflexível quanto a prioridade de seguir os protocolos sanitários, reforçando a importância das recomendações de autoridades da saúde.

recomendações contra covid-19 em companhias aéreas
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O intuito é continuar promovendo deslocamentos seguros e eficientes para os colaboradores que precisam cumprir com atividades externas para atender as demandas de clientes, parceiros e fornecedores – bem como passageiros de viagens recreativas.

Cumprindo com essa responsabilidade fica mais fácil de praticar o que é ainda essencial para a população como um todo.

É possível que os costumes adotados em tais protocolos sejam um prognóstico do novo comportamento que será mantido num futuro 100% pós-pandemia, afinal, nós nunca mais voltaremos à realidade que conhecíamos.

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