É possível seguir com as viagens empresariais mesmo com a variante Ômicron?

É possível seguir com as viagens empresariais mesmo com a variante Ômicron?

No dia 25 de novembro foi anunciada a descoberta de uma nova linhagem do coronavírus, conhecida agora como variante Ômicron. Pouco se sabe sobre essa variante, portanto, ainda não é possível saber qual seu nível de transmissibilidade ou sobre a eficácia da vacina contra seus efeitos.

Mesmo sendo nova, a doença diagnosticada em Botsuana (sul da África) pela primeira vez, mais de 36 países já haviam registrado detecção de casos até a última 4ª feira, dia 4.

Isso fez com que cientistas do mundo todo ficassem intrigados, porém, o cientista chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, garante que não é preciso ter pânico porque a situação atual é muito diferente da que estávamos há 1 ano atrás.

Sendo assim, mantendo a cautela e todas as diretrizes que reforçam a segurança pública, pelo menos é possível continuar realizando viagens empresariais

Saiba mais sobre a variante Ômicron

Antes do surgimento da Ômicron, outras variantes chegaram a aparecer, sendo essas a Beta e a Delta. 

O que constitui diferença entre essa nova variante das outras identificadas anteriormente é sua chance de retransmissão para quem já teve covid-19 (a qual chega a ser 3 vezes maior que as outras).

A maioria dos médicos que estão acompanhando os casos diagnosticados têm percebido sintomas bem leves, o que faz com que seja possível tratar pacientes em casa e sem necessidade de cirurgias ou internações.

Até agora a nova cepa está afetando pessoas com 40 anos ou menos, sendo que metade desses infectados não estavam vacinados contra covid-19. 

Mike Ryan, o diretor de emergências da OMS, pondera que o foco deveria estar em distribuir as vacinas já existentes de forma mais ampla e efetiva, à medida que ainda não há nenhuma evidência ou indicador de que seja necessário mudar o esquema de aplicação das doses e nem adaptar imunizantes à tal variante.

O que vale é seguir medidas preventivas mais restritivas e retrocedermos alguns passos para evitar prejuízos maiores. Uma próxima pandemia poderia ser mais letal para todos (e falamos de questões físicas, psicológicas e financeiras).

Nos Estados Unidos, por exemplo, agora é obrigatório que todos os viajantes apresentem um teste de covid-19 feito até 24 horas antes da viagem – inclusive os tripulantes que contam com declaração de viagem a trabalho.

Antes, ao flexibilizar a entrada de estrangeiros, a condição era apresentar esse diagnóstico com data de emissão de até 3 dias (72 horas) antes da viagem.

Enquanto isso, os países europeus que já estavam em luta contra uma nova crescente no número de casos de coronavírus, também tomaram medidas com a chegada da ômicron. Na última quinta-feira, dia 2, a Alemanha anunciou restrições aos não vacinados, declarando que apenas os que receberam doses preconizadas (ou que se recuperaram da covid recentemente) podem continuar a circular por restaurantes, cinemas e lojas.

Outros países também retomaram medidas mais restritivas e promovem a obrigatoriedade da vacina a partir de novos prazos – como aconteceu na Áustria, Bélgica, Holanda e Reino Unido.

A ideia é acelerar o índice de aplicação das doses de reforço e imunizar o máximo de pessoas até o final de janeiro. 

Viajar ou não viajar: eis a questão! 

Ainda que as perspectivas não sejam as piores, é preciso ter muito cuidado antes de tomar qualquer decisão em relação a uma viagem a trabalho – principalmente se for internacional.

Até que se realize mais experimentos, temos poucos sinais que nos dão informações sobre a variante ômicron. Felizmente, o que sabemos é mais animador do que quando nos deparamos com a variante Delta.

De qualquer forma, o melhor é evitar situações de risco provocadas por viagens. No entanto, caso seja inadiável ou uma oportunidade única a ser aproveitada para o bem da empresa, nossa recomendação é que seja feita mantendo todas as medidas de contenção do vírus (usar máscaras, realizar higienização de tudo que tiver contato, distanciamento social e manter-se longe de aglomerações).

Também é importante estar em dia com a dose de reforço das vacinas, uma vez que esse “detalhe” será fundamental para identificar se nós seremos ou não capazes de lidar com a Ômicron de maneira realmente eficiente.

Há esperança!

Outra notícia boa para quem está em meio a um planejamento de viagens corporativas: o nosso país segue apresentando respostas rápidas à população no monitoramento pandêmico de Covid-19.

Assim que surgiram os primeiros indícios sobre a chegada da Ômicron no Brasil, o Ministério da Saúde se apressou para montar uma sala de situação e assim monitorar o cenário epidemiológico da variante.

Dessa forma foi possível avaliar os riscos e está sendo a melhor forma de adotar medidas preventivas necessárias, além de reforçar a vigilância que é algo extremamente importante como instrumento para a continuidade do monitoramento no padrão da circulação das variantes já conhecidas. 

Nesse momento também é importante confiar nas autoridades sanitárias e viajar com segurança sempre que for necessário!

Como se preparar para uma viagem corporativa nessa situação?

Até agora, foram confirmados cinco casos da variante Ômicron no Brasil, sendo que  três desses portadores do vírus estão em São Paulo e dois no Distrito Federal.  Porém, ainda restam mais 8 casos que estão sob investigação (sendo mais um em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro e seis no Distrito Federal). 

Esses pacientes seguem sendo acompanhados e monitorados pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) de seus respectivos estados.

Portanto, nota-se que a situação ainda é controlável para uma viagem empresarial. Mas esteja preparado (a)! Se for de seu interesse evitar qualquer tipo de problema por falta de informação sobre as normas restritivas derivadas da pandemia, conte com uma agência de viagens corporativas

Não deixe a insegurança falar mais alto! Promova viagens seguras em sua empresa. Você precisa de especialistas que podem te ajudar com qualquer eventualidade ou burocracia.

Saiba mais navegando pelo site da Portão 3!

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